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Brasília, 12 de dezembro de 2006

ANO X

Nº 2259

   

CPI do Tráfico de Armas
Afrouxar os controles aduaneiros dificultará o combate à violência

As discussões que precederam, em 2005, o plebiscito sobre a venda de armas de fogo no país alertaram os brasileiros para a existência de um verdadeiro arsenal clandestino entre a população. Um ano depois desse debate, um fato novo torna ainda mais temerária a situação que já era preocupante. A MP dos Portos-Secos, que deixará mais frouxo o combate ao contrabando e à entrada de armas no país, será determinante para o aumento da violência no Brasil.

De acordo com o Instituto de Estudos da Religião (Iser), responsável pelas pesquisas do Projeto de Desarmamento e Controle de Armas de Fogo da ONG Viva Rio, circulam no Brasil mais de 17 milhões de armas de fogo – 90% delas em mãos civis. Desse total, mais da metade são armas ilegais, das quais quase quatro milhões (46%) estão em poder de criminosos. Os dados fazem parte da pesquisa “Brasil: as armas e as vítimas”.

Para combater esse arsenal que se reverte muitas vezes em estatísticas de morte, o relatório da CPI do Tráfico de Armas, de autoria do deputado federal Paulo Pimenta (PT/RS), propôs ao governo intensificar a fiscalização e o controle aduaneiro em portos, aeroportos e travessias de fronteira. Porém, a MP dos Portos-Secos caminha em sentido contrário ao que sugeriu o relator da CPI. Ao enfraquecer o trabalho da aduana, a MP irá potencializar a entrada de armas clandestinas no país.

Fiscalização frágil – As observações do relator são incisivas quando tratam da necessidade de se intensificar a fiscalização aduaneira, que se mostra bastante frágil, de acordo com alguns trechos do relatório. “ A rigor, do que se depreende das exposições feitas aos parlamentares da CPI, evitar o ingresso de armas e munições contrabandeadas não se constitui em prioridade para a Receita. O seu negócio é arrecadar sem prejudicar o comércio de importação e, principalmente, de exportação”.

Em outro ponto do relatório a fragilidade da fiscalização fica ainda mais evidente: “ No total geral das mercadorias apreendidas, os órgãos aduaneiros estimam em fração de por cento as apreensões de armas e munições, o que não se constitui em incentivo para investimentos em aperfeiçoamentos técnicos e administrativos nesse sentido”.

As duas passagens do relatório reforçam toda a defesa que o Unafisco Sindical faz da necessidade de investir na aduana, nas pessoas, em estrutura, em condições de trabalho, em segurança, em informação e em inteligência. Para o Unafisco é possível garantir a agilidade que o governo pretende ter na aduana sem comprometer a segurança da sociedade com medidas que irão potencializar a violência.
 

 

INÍCIO

MP dos Portos-Secos e fusão podem ser votadas no Senado
 

A MP 320/2006, que estabelece novas regras à concessão dos portos-secos e escancara a aduana aos interesses dos permissionários, pode ser votada hoje no Senado. Embora haja divergências perceptíveis dentro do governo sobre a MP 320, essa é uma das medidas provisórias que estão trancando a pauta do Senado e há o interesse da base governista em votar o quanto antes o projeto da fusão dos Fiscos. Isso pode fazer com que seja acionado o trator para que sejam aprovadas na correria, para limpar a pauta, MPs com profundos efeitos aos interesses do Estado, como essa dos portos-secos.

Fusão dos Fiscos – O PL 20/06 foi aprovado na semana passada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal e pode ir à votação a partir de hoje, a depender do desenrolar das MPs que trancam a pauta do Senado.

Na votação na CAE, ficou claro que o governo fez concessões inaceitáveis para aprovar a fusão, inclusive em relação a pontos nocivos como o Código de Defesa do Contribuinte e a restrição à inscrição de débitos junto à SRF na Dívida Ativa da União – o que poderá postergar por anos a consolidação da inscrição na Dívida Ativa, gerando perdas imensas ao Estado.

O governo também retirou a maior parte dos destaques que havia incluído no PL 20 e deixou manter várias inconstitucionalidades, de que é exemplo a ascensão funcional disfarçada conferida aos técnicos da Receita Federal. Ainda assim, a CCJ manteve o texto aprovado na CAE.

O grupo de trabalho parlamentar do Unafisco reuniu-se ontem à noite em Brasília para preparar o trabalho no Senado a partir de hoje, na tentativa de evitar que a MP dos portos-secos seja aprovada pelos senadores da mesma forma com que saiu da Câmara e de convencer os senadores sobre os malefícios da fusão dos Fiscos. Ainda aguardamos a chegada de mais AFRFs em Brasília para engrossar o trabalho no Senado.

INÍCIO

Delegacias Sindicais enviam manifestos contra a fusão

Desde sexta-feira várias DSs enviaram manifestos contra a fusão dos Fiscos objeto do PL 20. A DS/Joinville aponta que o projeto vai contra o interesse público e resultará em sérios problemas administrativos e organizacionais. Os colegas alertam para o fato de que o país está se lançando em mais uma aventura sem que seja realizado um profundo estudo com relação às suas repercussões e para o fato de que o Poder Judiciário já está abarrotado de processos decorrentes de alterações impensadas na legislação e que se mostraram desastrosas. Eles também lembram que a cooperação entre a Secretaria da Receita Federal e a Secretaria da Receita Previdenciária prescinde da aprovação do PLC 20/2006 e que o Decreto 5.644/2005 já possibilita a atuação conjunta e interativa entre as duas secretarias.

A DS/Porto Alegre também manifesta seu repúdio ao PL 20 e ressalta “as flagrantes inconstitucionalidades e o verdadeiro descalabro que é a centralização da arrecadação de tributos em um único órgão, bem como descabida e temerária é a inclusão de artigos do famigerado “Código do Sonegador” e da “transmutação” de cargos na estrutura administrativa sem o devido concurso público”, além da “usurpação dos recursos da Previdência”.

No mesmo sentido, a DS/Curitiba conclama os colegas a refletir sobre o que qualificaram de “a mais arriscada aventura de pessoas cujas preocupações mais salientes são seu projeto de poder dentro da nossa casa e a esterilização da autoridade do AFRF”. Os colegas indicam alguns dos vários problemas que podem ser vislumbrados, como a amplificação do confronto entre as carreiras; a disputa de espaços e poder que passará a se travar com a chegada de novos servidores habituados a uma cultura muito diferente da nossa; o provável ímpeto dos “tributaristas” na desconstituição de créditos tributários cuja competência da autoridade lançadora seja duvidosa; e o surgimento da “necessidade” de transferências de atribuições da autoridade fiscal (AFRF) para o órgão.

A DS/São Paulo ressalta a insegurança jurídica que será provocada com a fusão, lembrando que juristas renomados e diversos setores sociais já apontaram problemas de inconstitucionalidades e danos diversos à nossa carreira, às instituições Receita Federal e Previdência Social e à sociedade de forma geral. A DS também observou que sérios prejuízos decorrentes desse tipo de fusão já ocorreram em países onde o projeto foi implantado ou se pretendeu implantar, como a Argentina, a França e a Espanha, conforme depoimentos de especialistas desses países. Também critica o fato de que, para a aprovação da “Super-Receita”, foram incluídos no projeto vários artigos do Código de Defesa do Contribuinte, que na verdade protegem o grande sonegador da ação do Estado.

Já a DS/Vitória denuncia a aposta de alto risco em que se transformou o projeto de fusão, “que altera de forma impactante a gestão dos recursos da previdência pública em nosso país”. Os colegas capixabas lembram que a SRP (Secretaria da Receita Previdenciária) foi criada há apenas dois anos e apresenta bons resultados em pouco tempo, reforçando a importância da especialização e da viabilidade da ação integrada.

Os manifestos das cinco DSs encontram-se anexos.

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DS/São Paulo divulga hoje manifesto conjunto com outras entidades contra fusão

A DS/São Paulo divulga hoje, em entrevista coletiva em sua sede (Av.Paulista, 568, 9º Andar), manifesto contra a criação da Super-Receita, prevista no PLC 20/2006, que poderá ser votado a partir de hoje no Senado. O texto será assinado pelas entidades que formam a Frente Patriótica pela Previdência Social, pela Justiça Fiscal e Social. Leia a íntegra da nota da DS/São Paulo nos anexos do Boletim.

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Quinta-feira tem Assembléia Nacional

A DEN lembra os colegas da Assembléia Nacional que ocorre nesta quinta-feira, dia 14 de dezembro, para debater e deliberar sobre os encaminhamentos da última reunião do Conselho de Delegados Sindicais (CDS) e sobre a autorização para a propositura de ações judiciais, além de análise da conjuntura e assuntos gerais. A convocatória foi publicada anexa ao Boletim 2.253.

As deliberações do CDS, que serão submetidas à Assembléia, referem-se ao Propessoas e ao debate de uma alternativa para uma real política de gestão de pessoas para a SRF. Os delegados sindicais propõem a suspensão imediata do projeto da administração e reivindicam uma discussão baseada no plano de carreira já aprovado pela categoria. Além disso, outras premissas foram aprovadas, entre elas a lista tríplice como instrumento de escolha do secretário da Receita Federal (veja aqui nota do Boletim da última sexta-feira). Um resumo das propostas apreciadas na reunião extraordinária do CDS realizada nos dias 28 e 29 de novembro em Brasília está disponível na área restrita do site do Unafisco.

Os indicativos e considerações serão encaminhados no Boletim de amanhã.

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Lista Tríplice
Experiência de procuradores pode servir de exemplo para AFRFs

O Unafisco reforçará sua campanha em defesa da elaboração de uma lista tríplice para escolha do secretário da Receita Federal neste próximo dia 14, durante a Assembléia Nacional Extraordinária que será realizada nas Delegacias Sindicais e Representações. Esse mecanismo de viés democrático, constitucionalmente garantido ao Ministério Público dos estados, foi adotado com sucesso pelos procuradores da República. Mesmo de maneira informal, eles construíram um processo de elaboração de uma lista tríplice, que ganhou respaldo junto ao governo. Tanto é verdade que as duas últimas indicações para o cargo de procurador-geral da República saíram da lista obtida por votação entre os procuradores. Esse processo, desde o início, foi orientado pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Nesta edição do Boletim Informativo, o presidente da ANPR, Nicolao Dino de Castro e Costa Neto, conta um pouco da experiência de elaborar uma lista tríplice que, por seu forte apelo democrático, ganhou legitimidade no governo.

Boletim Informativo – Como nasceu a idéia de fazer uma lista tríplice para orientar a escolha do procurador-geral do Ministério Público?

Nicolao Dino – Essa idéia remonta ao período da constituinte, por vota de 1985/1986. A intenção era de que a lista fosse elaborada tanto para o Ministério Público dos estados como também para o Ministério Público Federal. Como o Ministério Público não integrava nenhum dos três poderes, tinha autonomia administrativa e funcional, a lista tríplice significava um traço maior dessa independência. Certamente, uma indicação direta do presidente significaria uma quebra dessa independência.

Boletim Informativo – E por que a lista tríplice só foi instituída para o Ministério Público dos estados?

Nicolao Dino – Na época, a base de apoio do governo acabou deixando para o presidente a indicação do procurador-geral da República...

Boletim Informativo – Então foi uma decisão de caráter político?

Nicolao Dino – Sim, foi.

Boletim Informativo – Já que não foi oficializada pela Constituição, como a lista tríplice ganhou força entre os procuradores da República?

Nicolao Dino – O processo de exercício da lista tríplice foi sendo gradativamente inserido na rotina dos procuradores. Quando se aproximava o fim do mandato de um procurador, já havia a mobilização para formar a lista.

Boletim Informativo – Isso repercutiu de alguma forma no governo do presidente Fernando Henrique? Houve algum tipo de conversa ou negociação acerca da lista?

Nicolao Dino – Nunca houve negociação com o presidente Fernando Henrique. Ele sempre ignorou solenemente a lista. Mas nós nunca deixamos de fazê-la. Era uma maneira de mostrar insatisfação com o modelo apresentado.

Boletim Informativo – E com o governo Lula? Como aconteceu?

Nicolao Dino – Somente no governo Lula, passou a haver o reconhecimento do resultado. Mas também não houve nenhum tipo de negociação. Apenas comunicamos o resultado da votação da lista tríplice.

Boletim Informativo – Como o senhor avalia a iniciativa do Unafisco de propor a elaboração de uma lista tríplice para a escolha do secretário da Receita Federal?

Nicolao Dino – Haverá muita resistência por conta da própria concepção do órgão, que guarda dependência jurídica, hierárquica e administrativa com o Executivo. Mas o Unafisco pode abrir um precedente de luta. As universidades públicas, por exemplo, também elaboram suas listas tríplices. Acredito que esses empecilhos não podem arrefecer os ânimos dos auditores para implementar um processo mais democrático de escolha do secretário.

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“Quando um órgão estratégico deixa de ser referência”

A DS/Rio de Janeiro divulgou nota em que critica o fato de a Secretaria da Receita Federal não ter sido um dos órgãos federais promotores de atos solenes em comemoração ao Dia Internacional Contra a Corrupção e da Ação de Mobilização e Qualificação de Lideranças para o Controle Social, realizado por organizações institucionais em todo o mundo com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Estranhamos o fato de a Secretaria da Receita Federal não estar na linha de frente dessa convocatória pública. Não se pode esquecer que, nos últimos anos, a SRF participou de diversas forças tarefas de combate à fraude e à corrupção, com o MPF e o DPF, sendo estratégica a sua inserção nessas iniciativas. Além disso, não se pode também desconhecer que quase um terço das ações da Polícia Federal, nos últimos quatro anos, foi em consonância com a SRF, algumas dessas operações de combate ao crime organizado e à corrupção foram iniciadas na SRF. Algumas ganharam grande repercussão na mídia, mas a importância da SRF, como membro estratégico do combate ao crime e à corrupção, não está sendo reconhecida”, registram os colegas da DS/Rio de Janeiro.

Os diretores da DS/Rio de Janeiro consideram inadmissível que a SRF “perca a referência de seu papel e o de seus servidores na linha de frente desse combate e se torne definitivamente, como se propõe na nova missão da instituição, um órgão meramente arrecadador”. Confira a íntegra da nota da DS/Rio de Janeiro nos anexos do Boletim.

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Contracheque
Unafisco pede correção de descontos indevidos

Em reunião com o chefe do Departamento de Administração de Sistemas de Informação de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Gestão e Orçamento (MPOG), Júlio César Gomes Larratéa, o Unafisco pediu a correção de descontos indevidos na revisão das pensões instituídas após a EC 41/2003.

Os descontos indevidos têm ocorrido em folha de pagamento em função de equívocos ou fraudes praticadas por empresas de consignação. Sua restituição depende de uma autorização do MPOG. O Unafisco, representado pela 2ª vice-presidente, Maria Lúcia Fattorelli, e pelo diretor-adjunto de Assuntos de Aposentados, Proventos e Pensões, José Carlos Nogueira, pediu ao ministério que acelere a devolução dos recursos. Se isso não ocorrer até o próximo dia 31, os colegas vítimas do erro serão prejudicados porque o dinheiro poderá ficar bloqueado como verba de exercício anterior.

O Sindicato apresentou ao chefe do Departamento de Administração de Sistemas de Informação de Recursos Humanos do MPOG uma planilha destacando as dificuldades que os colegas, sobretudo aposentados e pensionistas, têm na leitura e interpretação do contracheque. “Não é claro”, criticou o diretor Nogueira.

Cálculo parametrizado – O Unafisco também questionou a possibilidade de o MPOG realizar o cálculo parametrizado (desconto de percentual de 1% sobre os vencimentos dos AFRFs nos termos do Estatuto), que já é reivindicado há pelo menos três anos. Atualmente, é o Sindicato que informa ao ministério o valor do desconto de cada filiado.

Outro assunto discutido foi a limitação do valor das consignações para entidade sindical. O Unafisco solicitou ao ministério rubricas diferentes para contribuição sindical e demais parcelas eventualmente cobradas dos associados, tais como fundo de mobilização e assistência jurídica individual. A medida objetiva explicar detalhadamente os descontos em folha, evitando possíveis dúvidas dos associados.

Ainda com relação aos descontos, o sindicato também tratou da margem consignável nos contracheques para aqueles associados do Unafisco Saúde, que têm muitos dependentes e pagam valores mais elevados. Como as consignações só podem chegar até 30% do salário, descontos em nome do Unafisco Saúde deixam de ser efetuados por uma limitação do sistema. Se um associado ganha R$ 10 mil, ele pode consignar até R$ 3 mil. O problema é que hoje, se ele deve R$ 2 mil de parcela de empréstimo e R$ 1.100 para o Unafisco Saúde, só será descontado dele o empréstimo. A idéia é que esses R$ 1 mil sejam cobrados em folha e o restante, pelo próprio plano de saúde.

Júlio Larratéa fez questão de ressaltar que o seu setor irá procurar estreitar ainda mais o contato com os sindicatos e demais consignatárias, visando a atender bem as entidades, preservando os direitos dos servidores públicos ativos, aposentados e pensionistas.

INÍCIO

Unafisco relança amanhã Tributo à Cidadania com WebTV

Ao relançar a campanha Tributo à Cidadania, o Unafisco Sindical inaugura também uma nova modalidade de comunicação com a categoria: a WebTV. Trata-se de um sistema de transmissão utilizando tecnologia de streaming de vídeo, um processo que decodifica imagens para possibilitar a transmissão por internet. A partir de amanhã (13/12), todos os auditores que já cadastraram seus e-mails e autorizaram o Unafisco a enviar informações do sindicato pela internet irão receber o link para acessar o primeiro vídeo institucional da campanha Tributo à Cidadania.

O Unafisco produziu, ao todo, três vídeos (com cerca de três minutos cada um), que serão repassados em três formatos diferentes (56 kbs, 128 kbs e 256 kbs) para permitir visualizações de melhor qualidade. No vídeo de lançamento, além de dados e imagens sobre a vida de crianças e adolescentes brasileiros, os auditores vão assistir também a um convite do presidente do Unafisco Sindical, Carlos André Nogueira, para que todos participem da campanha.

“O Unafisco propõe à sociedade e propõe a você um ato de cidadania: destinar uma parte do imposto que você já vai ter que pagar para cuidar das nossas crianças e dos nossos adolescentes”, convida Carlos André. Ele explica ainda que o sindicato lançou essa campanha em 2000 e, desde lá, tenta convencer e sensibilizar o governo para melhorar o tratamento com a infância e adolescência do país. Ao final do depoimento, o presidente do Unafisco afirma que cada um pode fazer a diferença, divulgando a campanha pela internet e pela imprensa.

O objetivo da campanha é incentivar os auditores a fazer depósitos em contas bancárias em nome dos Fundos para Infância e Adolescência (FIAs). Esses recursos são usados para financiar projeto de atendimento a crianças e adolescentes abandonados e desabrigados; autores de ato infracional; exploradas sexualmente; usuários e dependentes de drogas e vítimas de maus-tratos. O valor destinado aos fundos pode ser abatido do imposto devido no limite de 6%, para pessoas físicas, e de 1% para pessoas jurídicas.

Há pressa em divulgar a campanha, pois no próximo dia 29 termina o prazo para efetuar o depósito com direito de abatê-lo na declaração do IRPF 2007. A idéia é que cada auditor se torne um multiplicador da campanha, repassando o e-mail com o link dos vídeos para o maior número possível de contatos. O segundo vídeo da campanha, que será divulgado na próxima semana, vai explicar como transformar o Imposto de Renda em investimento para melhorar a vida de crianças e adolescentes. O terceiro vídeo irá exibir o depoimento de representantes de várias entidades, inclusive do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef).

Sobre a WebTV – Com a WebTV, a comunicação de uma instituição deixa de ser restrita à categoria e passa a ser com toda a sociedade, em veículo próprio, sem censura, patrulhamento ou limitação de tempo e freqüência. Pode também ser de utilidade interna para a categoria, com base na utilização de um sistema de senhas. Dessa forma, podem-se exibir programas especiais de orientação aos associados, deixando as informações acessíveis durante 24 horas por dia. Outra vantagem que a WebTV traz é a instantaneidade e a rapidez no processo de produção, o que significa melhor qualidade no nível de comunicação entre sindicato e toda categoria.

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Tributo à Cidadania
DS/Porto Alegre realiza café da solidariedade

A DS/Porto Alegre deu início à campanha Tributo à Cidadania deste ano na última sexta-feira (8/12) com a realização do Café-da-Manhã da Solidariedade, no restaurante do edifício-sede da Receita Federal na cidade. O objetivo foi arrecadar recursos para os Fundos para Infância e Adolescência (FIA). O trabalho para incentivar os AFRFs a destinar parte do imposto devido a programas sociais para crianças e jovens continuará durante todo o mês.

A DS estima ter havido aumento da arrecadação, em relação ao ano passado, quando se arrecadou R$ 18,6 mil em doações dos AFRFs para os FIAs. Este ano, a previsão é chegar a R$ 30 mil.

“A nosso favor temos uma sistemática mais fácil para a participação de um número maior de colegas e amigos: é possível escolher um projeto que se deseja financiar e emitir uma guia de recolhimento (o “Documento de Arrecadação de Doações” - DAD) para recolhimento direto no banco. Quase tudo, portanto, via internet”, destacou a DS Porto Alegre, no convite aos AFRFs.

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Unafisco Saúde fecha convênio com unidade “vip” de atendimento

Os associados do Unafisco Saúde contam, a partir de agora, com o que há de mais avançando em tecnologia médico-cirúrgica, num dos centros de diagnósticos mais modernos do país. Trata-se da Unidade Hospital São José, do complexo do Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo, que acaba de assinar convênio com o Unafisco Saúde. Com essa assinatura, o plano se transforma no primeiro do Brasil a dispor dos serviços dessa unidade “vip”, que pretende proporcionar a seus pacientes um atendimento “cinco estrelas”.

O prédio do Hospital São José (rua Martiniano de Carvalho, 965), com nove andares e quatro subsolos, foi concluído recentemente e oferece aos seus usuários um complexo com 111 leitos (para internação, terapia semi-intensiva e terapia intensiva), sete salas de cirurgias, vários laboratórios e um centro de diagnósticos com equipamentos de ponta para exames de ressonância magnética, tomografia computadorizada, raio-x, ultra-som e mamografia. Os quartos para internação foram projetados para garantir conforto e segurança aos pacientes e seus familiares com apartamentos e suítes que variam de 33 m² a 75 m² de área, equipada com a melhor hotelaria hospitalar.

A eficiência e a qualidade de todo esse aparato poderão ser comprovadas in-loco pelos associados do Unafisco Saúde, no próximo dia 21 de dezembro, às 9 horas. Na oportunidade, os representantes do hospital farão uma apresentação dos serviços oferecidos pela unidade de saúde, seguida de coffeebreak e de uma visita guiada para grupos de associados e diretores do Unafisco Saúde a todo o complexo hospitalar.

Beneficência Portuguesa – A Unidade Hospital São José faz parte do maior complexo hospitalar privado da América Latina, que é o Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ele possui um corpo clínico com mais de 1.400 profissionais de saúde e 5.150 funcionários. Ao todo, são 1.734 leitos, dos quais 213 de UTI, e 59 salas de cirurgia. Somente em 2005, foram realizados 30.256 cirurgias, 29.602 exames de tomografia computadorizada e 27.185 exames de ressonância magnética. Com a inauguração da Unidade Hospital São José, a Beneficência Portuguesa passa a contar, no total, com 1.920 leitos e 66 salas cirúrgicas.

O credenciamento desta unidade vip do Hospital Beneficência Portuguesa confirma, mais uma vez, o compromisso do Unafisco Saúde, declarado na sua missão institucional, que é o de oferecer assistência diferenciada e personalizada aos seus associados. Contar com um prestador de serviço de altíssimo nível como a Unidade São José é um grande privilégio, não só para os associados de São Paulo, mas para todos os associados distribuídos pelo Brasil inteiro, haja vista a segurança que lhes está sendo proporcionada, caso venham a necessitar de um recurso médico de ponta, conforto, qualidade de atendimento e avançado recurso tecnológico.

“Ser AFRF é muito bom, principalmente para a saúde.

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Errata
Crise dos controladores de vôo adia Seminário de Segurança Fiscal

O adiamento do Seminário de Segurança Fiscal marcado para o próximo dia 14 em Recife (PE), cuja data ainda não foi definida, foi decisão conjunta da diretora de Defesa Profissional do Unafisco, Nory Celeste, e do presidente da DS/Recife, José Maria Luna, após consulta à Mesa do Conselho de Delegados Sindicais (CDS). O evento foi adiado em função da crise dos controladores de vôo, responsável pelos atrasos constantes nos aeroportos no Brasil.

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DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL

MP dos Portos-Secos e fusão podem ser votadas no Senado
Delegacias Sindicais enviam manifestos contra a fusão
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Contracheque
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Tributo à Cidadania
DS/Porto Alegre realiza café da solidariedade
Unafisco Saúde fecha convênio com unidade “vip” de atendimento
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Crise dos controladores de vôo adia Seminário de Segurança Fiscal
   
   

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