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Brasília, 27 de abril de 2004

ANO IX

Nº 1622

 

 

Adesão à greve deve crescer de norte a sul do país

Começamos a semana embalados pela greve por tempo indeterminado. Na Assembléia Nacional do dia 22 de abril, com expressivo número de colegas, decidimos cruzar os braços, sem data para retornar ao trabalho, com o objetivo de ter nossa pauta reivindicatória efetivamente atendida. Para isso, é preciso darmos alguns importantes passos. Um deles é o restabelecimento de um canal de negociação com interlocutores capazes de contemplar o que reivindicamos. Esse canal com o secretário-adjunto Executivo do MF, Arno Augustin, e com o secretário Jorge Rachid foi interrompido unilateralmente, tendo em vista nossa decisão de paralisar as atividades.

Buscamos um entendimento, que não se mostrou possível, arregimentamos forças, organizamos a luta e agora vamos dando passos firmes de modo a pressionar o governo a abrir um canal de negociação efetiva com a categoria. A greve sem data para terminar precisa da adesão de todos os colegas, de modo que nos respaldemos uns aos outros.

A palavra de ordem é solidariedade. Quando uma localidade adere maciçamente à greve fortalece os que já estão na luta, contribuindo para um movimento coeso. Só a pressão da greve exercida diariamente, de forma persistente e sistemática em cada cidade, em cada local de trabalho, forçará a abertura de canais de diálogo.

Sabemos do nosso valor e da importância de nossa função para o Estado. Somos uma categoria aguerrida, que atravessou o ano de 2000 em uma duríssima greve contra a avaliação de desempenho e por reajuste salarial, entre outros pontos. Em 2001, começamos a batalha pela aprovação do texto do deputado Roberto Pessoa (PFL-CE) para a então Medida Provisória nş 2.175. Em 2002, continuamos as paralisações de forma contundente pela aprovação do texto que nos contemplasse. Em 2003, fomos uma das últimas categorias a deixar o campo de batalha em decorrência da greve contra a reforma da Previdência.

Em 2004, contra uma gratificação etérea, contra a quebra da paridade, contra a permanência do fosso salarial e da manutenção de um política salarial rebaixada partimos dispostos para uma nova batalha. O colegiado decidiu e agora temos de fazer valer a soberania da assembléia. Unidos somos muito mais fortes e conseguimos muito mais. A greve é por tempo indeterminado. Amanhã, temos mais uma assembléia para debater os rumos do movimento, que já incomoda setores do empresariado e do governo.

INÍCIO

Unafisco conclui análise que comprova injustiças em projetos de lei

A DEN analisou ontem os projetos de lei que tratam da reestruturação da AGU e da ARF entre outras carreiras. O trabalho identificou o tratamento diferenciado conferido aos AFRFs, em relação a outras categorias relacionadas nos PLs. Veja a matéria na Área Restrita do site do Unafisco na Internet.

INÍCIO

GIA: o clone piorado da GDAT

A Constituição de 1988 definiu como princípios da administração pública direta a legalidade, a impessoalidade, a moralidade e a publicidade. Passaram-se dez anos, até que os neo-reformistas da máquina pública brasileira inserissem na Carta Magna um novo princípio: eficiência. Esse fato, somado a outras modificações trazidas pela EC 19/98, abria definitivamente o caminho para a quebra de estabilidade do servidor público.

A partir daí, os governos passaram a camuflar recomposições salariais reclamadas por seus trabalhadores, por meio de gratificações pelo alcance de metas institucionais e avaliações individuais. Outro objetivo implícito da nova regra era a quebra da paridade entre ativos e aposentados, que não participariam desse cumprimento de metas nem poderiam ser avaliados individualmente.

Assim, para nós, AFRFs, foi gerida a GDAT, na MP 1.915/99. Alguns anos foram necessários até que seus efeitos negativos fossem atenuados. Numa mobilização histórica, com incontáveis caravanas e reuniões intemináveis, conseguimos finalmente, pela Lei 10.593/02, aplacar a fúria do dragão.

Eis que agora o novo governo traz de volta uma proposta de reajuste emergencial, baseada exatamente nos mesmos princípios da velha GDAT. Seu clone, a GIA, trazida à mesa de negociação é, no mínimo, nebulosa. Fala de metas de arrecadação desconhecidas, discricionárias, imprevisíveis, promove a quebra da paridade, além de trazer à tona o velho fantasma da avaliação individual, instrumento nefasto de controle comportamental e ideológico de trabalhadores de Estado.

INÍCIO

Aduana precisa de direcionamento

Não faz muito tempo, a SRF adquiriu uma grande quantidade de imensos scanners para fiscalizar o que havia em contêineres e caminhões. Ao que se sabe, boa parte desse equipamento nunca foi utilizado, transformando-se em verdadeiros elefantes brancos numa Receita Federal tão carente de recursos para os servidores atuarem.

Isso não aconteceria, e todos nós sabemos, se houvesse um projeto coerente para a Aduana brasileira visando a acabar com a temível falta de continuidade dos trabalhos e a restabelecer o seu papel de fiscalização e controle do comércio exterior do país, bem como de proteção à nossa fronteira. Com um projeto, esse vultoso equipamento estaria ao menos sendo utilizado.

Ontem, em matéria no Jornal Nacional sobre contrabando de gás de cozinha, o delegado da Receita Federal em Foz do Iguaçu teve de admitir que, com o número de AFRFs (seis) atuando na Ponte da Amizade, só é possível fiscalizar 1% das mercadorias que passa pelo local.

Um país como o Brasil, de dimensões continentais, que faz fronteira com tantos outros, não pode continuar sendo conivente com o descaso para a sua própria Aduana. É preciso um plano de ação para o órgão, uma estrutura própria e pessoal especializado, isto é, AFRFs capazes de realizar a seleção técnica e criteriosa das mercadorias que entram e saem do país, além de um plano de combate ao contrabando realizável e diuturno.

Faz-se urgente olhar para a Aduana com a seriedade que ela merece. Ao fazer isso, veremos que não se pode legar aos AFRFs o papel de meros executores de tarefas burocráticas. Não somos executores de despachos, que inserem senhas em sistemas computadorizados e desembaraçam cargas em meio virtual. A realidade brasileira não comporta esse auditor distanciado de sua função. Ou se muda a política para Aduana agora ou assistiremos no Brasil ao esgarçamento ainda maior do tecido social, com tudo o que pode haver de mais greve para a segurança pública, a exemplo da violência e do desemprego. Se você quer colaborar com a discussão sobre a Aduana que o Brasil precisa, envie mensagem para aduana@unafisco.org.br.

INÍCIO

Brasília realiza hoje ato público em frente ao MF

A DS/Brasília promove hoje, a partir das 10 horas, em frente ao Ministério da Fazenda, um ato público que tem como objetivo cobrar do ministro as reivindicações da categoria e explicar à sociedade os motivos da greve. A DEN e o CNM também participarão do evento, que deverá levar centenas de AFRFs à Esplanada. O presidente da DS/Brasília, Damião Benvinda, disse que durante todo o dia de ontem vários grupos de diretores da DS e colegas visitaram os órgãos na capital para mobilizar os AFRFs em greve e convidá-los a participar do ato.

Os cerca de 600 AFRFs aposentados também foram comunicados por correspondência para comparecer ao ato, já que um dos motivos da greve é a quebra da paridade na proposta do governo rechaçada de forma esmagadora pela categoria.

Mobilização é fundamental

A DS/Brasília informou que convidou os colegas de Goiás para participar do ato. Os colegas que vieram de todo o Brasil para o trabalho parlamentar do Unafisco Sindical desta semana irão começar o dia na manifestação, seguindo para o Congresso, onde acompanham as reuniões da Comissão Especial que analisam a PEC Paralela na Câmara e a votação da Lei de Falência. É importante mostrar a força da categoria e a insatisfação diante da proposta do governo. Todos os colegas de Brasília e região estão convidados a engrossar esse ato.

INÍCIO

Categoria continua firme na mobilização

As notas que estão no Espaço das DSs de hoje dão conta do nível de adesão da categoria ao movimento paredista, iniciado no dia 13 de abril, com uma paralisação de 96 horas. Na semana seguinte, do dia 19 a 22 de abril, a categoria iniciou outro período de protesto, culminando com a Assembléia Nacional, que determinou a paralisação das atividades por tempo indeterminado a partir dessa segunda-feira.

Em algumas localidades, a mobilização cresceu com a deliberação tomada na última assembléia, como foi o caso de Porto Alegre (RS), que aderiu à paralisação nesta semana, e em Santa Maria (RS), que teve um crescimento no percentual de adesão dos colegas ao movimento. Em postos de fronteira, como Foz do Iguaçu (PR), a operação-padrão continua a ser realizada, apesar da pressão das empresas e dos caminhoneiros.

Essa será nossa postura até que o governo aceite discutir a pauta de reivindicações que apresentamos. A mobilização prossegue e, agora, com muito mais força e determinação nos portos, aeroportos, DRFs, DRJs e Eadis. Não aceitaremos uma proposta que trate de maneira diferente os servidores da Receita Federal. A estratégia adotada pelo governo - de dividir para governar - apenas potencializou a indignação dos AFRFs e fez com que os colegas radicalizassem o movimento.

INÍCIO

UNAFISCO NA MÍDIA
Intensificação do movimento em destaque na mídia

A greve por período indeterminado iniciada ontem pelos AFRFs em todo o país foi destaque em vários veículos de comunicação. Muitas matérias enfatizaram a intensificação do movimento, que foi iniciado há duas semanas com paralisações de 96 horas. A discordância em relação à proposta do governo de 30% de gratificação vinculada a um incremento de arrecadação é um dos pontos mostrados pela imprensa.

A greve foi noticiada, entre outros, nos jornais Correio Braziliense, Jornal de Brasília, O Liberal, de Belém (PA), A Gazeta, de Vitória (ES), e Gazeta Mercantil. Sites especializados em comércio exterior, como o NetComex, também destacaram a paralisação.

Ontem, diversos jornalistas ligaram para a DEN para obter mais informações sobre a greve. Dirigentes das DSs em todo o Brasil também têm sido procurados por jornalistas dos veículos locais que acompanham a greve.

Também repercutiu a declaração do presidente da República sobre a tabela do IRPF, o que fez diversos veículos contatarem o Sindicato.

Em anexo, as matérias de jornais e agências de notícia publicadas ontem.

INÍCIO

Parlamentares cobram apuração da chacina em Unaí

A comissão externa da Câmara que investiga os assassinatos de três fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho em Unaí, ocorridos no dia 28 de janeiro quando eles apuravam denúncias de trabalho escravo em propriedades rurais da região, ouve hoje, em audiência pública, os responsáveis pela investigação do crime.

Os parlamentares irão ouvir o diretor da Polícia Federal, Paulo Lacerda, o diretor de combate ao crime organizado da PF, Getúlio Bezerra Santos, e os delegados Alfredo Junqueira e Antônio Celso dos Santos, responsáveis pelo inquérito. Os deputados vão cobrar mais agilidade da PF nas investigações, já que os depoimentos anteriores sinalizam a morosidade das apurações.

Na terça-feira da semana passada, foram ouvidos em audiência pública, na comissão, o procurador de Justiça de Minas Gerais, André Ubaldino Pereira, e o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Otto Teixeira Filho, que acusaram a Policia Federal de centralizar as investigações. Segundo ambos, a PF dispensou a força-tarefa que foi constituída logo após os assassinatos, em 28 de janeiro, e assumiu o caso sozinha.

INÍCIO

CAE vota hoje substitutivo da Lei de falências

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve votar hoje o substitutivo ao PLC 71/2003, que institui a nova Lei de Falências.

Na semana passada, o relator Ramez Tebet (PMDB-MS) concedeu vistas aos demais parlamentares. A reunião de hoje será iniciada com a análise do substitutivo. Os próximos passos são a votação na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário do Senado, o que está previsto para meados de maio.

Na última reunião da CAE, o Unafisco denunciou que o projeto em questão lesa a sociedade em detrimento dos bancos. Um panfleto preparado pela assessoria econômica do Sindicato destacou, que, entre outras coisas, o projeto de lei altera o Código Tributário Nacional (CTN) e modifica a ordem de preferência dos créditos devidos por empresas falidas. Outro ponto preocupante da lei é o fim da sucessão tributária, ou seja, o adquirente de uma empresa falida não irá assumir as dívidas tributárias contraídas antes da falência.

INÍCIO

Unafisco debate reforma sindical em São Paulo

A presidente do Unafisco Sindical, Maria Lucia Fattorelli, participou no último sábado, em São Paulo, do "Encontro Paulista contra as Reformas Sindical e Trabalhista do governo Lula", evento promovido por mais de 30 entidades representativas de servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, entre elas a DS/SP.

Em sua palestra, a presidente do Unafisco lembrou que desde os anos 90, com o governo Collor, vem sendo implantada no Brasil uma agenda de reformas ditada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a qual impõe a agenda das reformas do Estado com o objetivo de manter a política de pagamento de juros da dívida, de superávit primário e da preparação para a implantação da Área Livre de Comércio das Américas (Alca).

Foram realizadas a reforma da Previdência - que, entre outras coisas, privilegiou o sistema financeiro e abriu espaço para os fundos de pensão, além de retirar direitos historicamente conquistados - e a reforma tributária, que se limitou a prorrogar a CPMF e a DRU. Também se encaminhou a independência do Banco Central e a Lei de Falências. "As reformas sindical e trabalhista são o próximo passo. Eles querem aqui um Estado enfraquecido e um trabalho sucateado, quase escravo", denunciou.

Maria Lucia lembrou que a própria ordem das reformas mostra o objetivo: primeiro a sindical, para enfraquecer os sindicatos e, num segundo momento, a trabalhista, para retirar o direito dos trabalhadores. Essa política tem se repetido em vários governos, até mesmo no do presidente Lula. No ano passado, por exemplo, o Brasil pagou R$ 145,2 bilhões só de juros da dívida, 9,49% do PIB, e mesmo assim a dívida brasileira subiu.

Copia da palestra dada por Maria lucia pode ser acessada na página da Unafisco, no quadro de avisos.

INÍCIO

DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL

ESPAÇO DAS DSs

 

Greve continua forte em Vitória

Os AFRFs aprovaram na última Assembléia Nacional a constituição de uma Comissão de Trabalho Parlamentar e a realização de um Plantão Fiscal Alternativo que ocorrerá hoje, dia 27/04, a partir das 10 horas da manhã, na rua em frente à entrada do prédio do Ministério da Fazenda, com uma concentração de AFRFs no local. A imprensa foi convidada e haverá a distribuição de uma carta aberta à população para explicar a nossa greve.

A adesão em Vitória (ES) continua em torno de 92%. A zona primária, por força do mandado de segurança coletivo empetrado pelo Sindicato das Empresas Importadoras e Exportadoras (Sindiex), fará greve na forma de operação-padrão.

INÍCIO

Colegas de Uruguaiana decidem manter paralisação até mesmo no porto seco

Depois de avaliar o movimento e a conjuntura local, os AFRFs de Uruguaiana decidiram, durante uma reunião realizada ontem, manter a paralisação no porto seco e na DRF, a exemplo do que vem sendo feito há duas semanas. De acordo com o presidente da DS, Rogério Said Calil, inúmeros caminhões abarrotam o pátio do porto seco. O plantão fiscal está atuando na liberação dos medicamentos e de cargas perecíveis e perigosas. "80% dos colegas estão parados", avaliou Calil. Uma das estratégias locais para o movimento é a atuação do comando local de mobilização, que será incrementado nesta semana.

INÍCIO

AFRFs do Ceará conquistam apoio para o movimento

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/CE), a Associação dos Membros do Ministério Público Federal no Ceará e a Associação dos Juízes Federais no Ceará receberam, na semana passada, a visita de comissões formadas por colegas da DS/Ceará, com o objetivo de esclarecer as razões do movimento reivindicatório e alertar para as conseqüências nefastas do "novo" modelo de "política salarial" proposto pelo governo, no qual se abandona a lógica da reposição linear de perdas, passando pela vinculação a um incremento de arrecadação e ignorando o direito constitucional à paridade entre ativos e aposentados.

Os representantes das entidades se mostraram solidários a nossa luta, empenhando apoio político nas questões que envolvem a manutenção de direitos consagrados aos servidores públicos, colimando o fim maior da valorização perene das carreiras de Estado e da defesa da sociedade.

A DS/Ceará promoveu também reuniões com as entidades representativas dos auditores-fiscais do Trabalho e da Previdência Social, no intuito de construir um posicionamento consensual frente a uma proposta que não atende minimamente às reivindicações e partir para um novo projeto, que consagre os anseios das três categorias.

A Carta de Fortaleza encontra-se anexa.

INÍCIO

Porto Alegre pára e exige mudanças na proposta do governo

A DS/Porto Alegre realizou ontem um ato público em frente ao prédio da Receita Federal, conhecido como "Chocolatão". O crescimento da mobilização na capital gaúcha confirma que a categoria começa a se dar conta da inutilidade da proposta do governo e da necessidade urgente dos AFRFs se posicionarem contra a intenção de tornar seus vencimentos variáveis.

O ato público contou com a presença maciça de auditores-fiscais, que se aglomeraram em frente ao Chocolatão na expectativa de que a Receita Federal e o governo se sensibilizem diante dos quase dez anos sem reajuste salarial. De acordo com o presidente da DS/Porto Alegre, Marcelo Oliveira, há condições de se obter melhorias na "proposta" feita pelo governo, principalmente no que se refere a um reajuste de verdade e pela manutenção da paridade.

A DS/Porto Alegre tem percorrido os locais de trabalho dos AFRFs e convocado a categoria para participar das manifestações e atos públicos. "As discussões e debates são extremamente importantes para construir alternativas e superar os obstáculos", comentou o vice-presidente Dão Real Pereira dos Santos.

Amanhã, a DS realizará um churrasco de confraternização, seguido da Assembléia-Geral de avaliação do movimento. O evento está programado para iniciar-se ao meio-dia.

INÍCIO

Cresce a adesão ao movimento em Santa Maria

Apenas um auditor-fiscal está trabalhando na DRF de Santa Maria (RS). É o que informa a DS daquela localidade a respeito do movimento da categoria. Os colegas adotaram como estratégia de mobilização a realização de um café-da-manhã, todos os dias, e a colocação de uma faixa no portão da DRF. O relatório diário de greve informa que os colegas estão tendo um pouco de dificuldade na DRJ, onde apenas uma parte da categoria aderiu ao movimento. No total, 70% dos AFRFs de Santa Maria estão paralisados. Nas duas primeiras semanas, a adesão da categoria naquela localidade era de 60%. O crescimento do percentual de adesão demonstra o grau de insatisfação dos gaúchos com as propostas do governo.

INÍCIO

Santos na mídia

A DS/Santos vem conseguindo um excelente espaço para veiculação dos pleitos da categoria. De 24 de março até o dia 23 de abril foram veiculados no principal órgão de imprensa da Baixada Santista (jornal A Tribuna) o equivalente a 5,16 metros de reportagens.

Além da mídia impressa, a DS já foi ouvida quatro vezes pela TV Mar (Rede Record), três vezes pela TV Santa Cecília (canal educativo) e duas vezes pela Rádio Bandeirantes.

INÍCIO

Eadi de Foz do Iguaçu em operação-padrão

A veiculação de um boato fez com que o clima ficasse tenso na manhã de ontem na Estação Aduaneira de Interior (Eadi) de Foz do Iguaçu (PR). Os caminhoneiros foram informados de que aquela estação estaria totalmente paralisada a partir de ontem e foram até a entrada do pátio cobrar da DS local a liberação das mercadorias.

Foi realizada uma reunião com os representantes da DS, dos caminhoneiros e do delegado da Receita Federal para explicar aos caminhoneiros que a mobilização em Foz do Iguaçu continuaria a ser feita em forma de operação-padrão, seguindo a orientação tirada em assembléia da categoria. Apesar da tensão provocada pela falsa situação, não houve qualquer incidente que colocasse em risco a vida dos AFRFs.

INÍCIO

Participação ativa no interior paulista

A participação dos AFRFs de São José do Rio Preto (SP) na última Assembléia Nacional é merecedora de referência, segundo o presidente da DS local, Valmir da Cruz. O quórum bateu o recorde histórico de deliberação com uma grande presença de aposentados. Foram 41 ativos e 17 aposentados, que atenderam ao chamamento da DS, feito por carta a todos os filiados, para que participassem efetivamente do movimento.

INÍCIO

AFRFs mobilizados em Palmas

Os AFRFs de Palmas (TO) continuam firmes na mobilização. Desde o dia 13 de abril, data em que a categoria decidiu começar a paralisação de 96 horas, os colegas encontram-se mobilizados. Na assembléia realizada no dia 22 de abril, foi aprovado o indicativo de paralisação por tempo indeterminado. Os AFRFs da capital do Tocantins têm enviado notas para os jornais - como a que publicamos anexa - informando a sociedade sobre o movimento paredista e os motivos que levam a categoria a adotar essa postura. Em Palmas, de acordo com a matéria do Jornal do Tocantins, somente o Plantão Fiscal está funcionando.

INÍCIO

AFRFs de Campinas confiantes na unidade da categoria

A paralisação continua em Campinas (SP), tanto na DRF como na Alfândega de Viracopos, onde a adesão ao movimento é praticamente total. Setenta por cento dos colegas estão paralisados na ALF, os outros 30% cuidam do despacho dos materiais perecíveis, medicamentos, cargas vivas e materiais perigosos.

No courier aumentou-se o número de despachos selecionados, os quais não estão sendo liberados no mesmo dia. Na importação e no trânsito não se libera nenhuma DI parametrizada no canal vermelho. No canal verde, houve aumento no número de DIs selecionadas para fiscalização.

Em assembléia, na última sexta-feira de manhã na DRF/Jundiaí, os colegas solicitaram que as outras unidades mais mobilizadas de nossa DS organizem caravanas para ajudá-los. O mesmo apelo foi feito pelos colegas da DRJ que compareceram à assembléia, naquela unidade, realizada na tarde de quinta-feira.

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DS/SP ingressa na luta estadual contra as reformas sindical e trabalhista

No último sábado, dia 24 de abril, a DS/São Paulo participou, como entidade organizadora, do "Encontro Paulista contra as Reformas Sindical e Trabalhista". O evento, que contou com a organização e o apoio de mais de 30 entidades representativas dos servidores e de trabalhadores do setor privado, reuniu cerca de 800 pessoas na sede regional da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (ASSETJ), na capital paulista.

O presidente da DS/SP, Narayan Duque, e a diretora de Assuntos dos Aposentados e Pensionistas, Icléa Camargo Lima, prestigiaram o encontro. A presidente do Unafisco Sindical, Maria Lucia Fattorelli, participou do encontro como palestrante e abriu o debate mostrando os efeitos perversos da agenda de reformas neoliberais, exigida pelo FMI, que inclui as reformas sindical e trabalhista.

A segunda palestra do evento foi proferida pelo presidente da Associação Latino-americana de Advogados Trabalhistas, Luís Carlos Moro. A mesa de debates foi coordenada pelo membro da executiva da CUT Dirceu Travesso, que pertence à minoria "cutista" que tem se oposto às decisões da central.

Do encontro saíram diversas propostas para intensificar a luta contra essas reformas. Entre elas, a organização de novos seminários e de informativos, motivando os trabalhadores para uma grande marcha em Brasília, no dia 17 de junho, e um ato público, no próximo dia 10 de maio, em São Paulo, com todas as categorias do serviço público e do setor privado que se encontram em movimento reivindicatório. Os participantes do encontro entenderam que a luta dos trabalhadores em prol de um justo reajuste não está dissociada da luta contra essas reformas, que representam os interesses do capital.

 

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Jornal do Tocantins

Unafisco na Mídia

DS / Ceará

 

 

Unafisco conclui análise que comprova injustiças em projetos de lei

GIA: o clone piorado da GDAT

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Brasília realiza hoje ato público em frente ao MF

Mobilização é fundamental

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Porto Alegre pára e exige mudanças na proposta do governo

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Santos na mídia

Eadi de Foz do Iguaçu em operação-padrão

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AFRFs mobilizados em Palmas

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