O
que foi feito é preciso conhecer para melhor prosseguir
Este
é o último boletim da gestão Unafisco de Todos, que
esteve à frente do Unafisco Sindical no período de agosto de 1999
a julho de 2003. Foram tempos de muita dificuldade e luta, de enfrentamento a
um governo e uma administração da Receita Federal pouco interessados
na função social do órgão, de combate à sonegação
e de proteção às fronteiras nacionais, e mais na sua função
meramente arrecadatória de recursos extraídos dos que não
têm como sonegar. A desvalorização das carreiras fiscais e
a hostilidade com aquelas que ousaram questionar o modelo foram enfrentadas com
muita persistência e garra, com muita união e determinação.
E esse modelo era tão nocivo ao país, e seus desdobramentos sobre
as carreiras de fiscalização tão agressivos, que os resultados
dessa luta, visíveis ou não, têm de ser classificados entre
aqueles que indicam o que conseguimos evitar - em qual final de penhasco estaríamos
- e os avanços efetivamente obtidos.
Muitas
foram as frustrações, mas também muitas foram as vitórias.
Acreditamos ter contribuído para romper diversos mitos que sempre serviram
ao poder. O mito do temor reverencial inconteste à autoridade maior, quaisquer
que sejam seus desígnios. O mito da descrença na força do
coletivo, cuidadosamente regado por aqueles que se alimentam da incredulidade;
e, calçado na mesma lógica, o mito da desqualificação
do trabalho dos sindicatos e dos sindicalistas. Pensamos ter feito o melhor para
politizar a categoria e ajudá-la a compreender o que se passava e por que
tínhamos que enfrentar tudo aquilo, ao tempo em que confessamos, aqui,
que muito mais aprendemos com ela.
Temos
orgulho de pertencer à categoria que representamos nos últimos anos.
Sabemos que se trata de uma categoria tão esclarecida da conjuntura que
se passa em volta de todos nós quanto briosa o suficiente para não
esmorecer na luta. E se ainda funciona o velho jargão, vale lembrar: a
luta continua! Porque se não se trata do mesmo governo e se alguma coisa
mudou nos projetos que nos desafiavam até meses atrás, ainda há
que se provar que há de fato alguma disposição para mudança.
Pois, se por um lado alguma coisa melhorou no diálogo ou na mitigação
dos casos de assédio moral no ambiente de trabalho, por outro lado praticamente
nada se fez para indicar alguma alteração no projeto de Estado e
de país, e a proposta do governo para a reforma da Previdência, nosso
maior desafio neste momento, está aí para provar isso.
INÍCIO

Quatro
anos de trabalho coletivo
Quem
percorre os corredores do Unafisco Sindical, em Brasília, encontra a galeria
dos presidentes da entidade. A foto das últimas duas gestões mostra
todo o colegiado da diretoria, em vez da foto do presidente. Foram os quatro anos
de gestão da Unafisco de Todos, eleita em 1999 e reeleita em 2001. A marca
dessas duas gestões foi o trabalho coletivo, o respeito às instâncias,
o desapego ao personalismo. A filosofia interna na Diretoria se refletiu na relação
com a categoria: nunca os auditores-fiscais foram tão ouvidos quanto nos
últimos quatro anos. O ponto alto foram as caravanas para o trabalho no
Congresso, em 2002, seguidas das reuniões de avaliação que
eram feitas à noite, quando centenas de auditores definiam junto com a
Diretoria o que deveria ser feito no dia seguinte.
As
decisões do Conaf, o Congresso bienal dos auditores, e do Conselho de Delegados
Sindicais, colegiado das lideranças locais, pautaram a atuação
da Diretoria o tempo todo. Além dessas instâncias, as ações
eram balizadas, ainda, nas conclusões de constantes encontros e plenárias
que eram convocados por segmento da categoria ou área específica
de trabalho, como as plenárias aduaneiras ou de fiscalização,
as que pautaram a questão das remoções, ou que reuniram colegas
mais novos na carreira, as convocadas para debater mobilização,
além dos encontros nacionais de aposentados e pensionistas. Por falar neles,
procurou-se envolvê-los ainda mais nos debates políticos e na luta
da categoria. Foram presença constante nas assembléias, nos atos
públicos e nas caravanas.
Dava
trabalho: passar dias inteiros ouvindo a categoria, deslocando-se aos mais diferentes
locais, fazendo inúmeros eventos, ao mesmo tempo em que se dava conta da
extensa pauta em Brasília, em que se cuidava da defesa profissional de
colegas de todo o país, em que se administrava um plano de saúde.
Para manter a categoria informada e provocar o debate político nas bases,
manteve-se possivelmente um dos únicos boletins diários do sindicalismo
no país, editou-se um boletim semanal entregue às casas dos aposentados
e pensionistas, manteve-se o site da entidade com atualização
diária e com notícias em tempo real. Tudo isso com apenas dois diretores
liberados do dia-a-dia de trabalho na Receita Federal.
Um
obstinado e paciente trabalho de legitimação social foi iniciado
e consolidado, e hoje os auditores-fiscais são referência nos debates
das grandes questões nacionais, em especial as afetas às nossas
áreas de atuação. Sob a orientação da Diretoria,
grupos de estudos técnicos aglutinaram o conhecimento da categoria e o
colocaram à disposição da sociedade, na forma de campanhas,
de documentos para subsidiar parlamentares em seus projetos, de seminários
e outros eventos. O Sindicato e, por conseqüência, os auditores-fiscais
se projetaram na sociedade e se valorizaram.
INÍCIO

Comunicação
de qualidade: categoria bem informada
A
inserção na mídia nunca foi tratada como um fim em si próprio,
mas sim como conseqüência de todo esse trabalho, e aconteceu naturalmente.
Jamais a Diretoria sucumbiu à tentação de passar uma mensagem
pronta para consumo externo imediato, sem respaldo técnico ou sem avaliação
política e que pudesse ser desmentida a qualquer momento. Paciência
e construção sempre foram as palavras-chave na comunicação
com a sociedade.
A revista
mensal Conexão, criada em maio de 2000, completou esse esforço
de transmissão à sociedade do nosso conhecimento, em linguagem jornalística
e acessível ao público leigo. De caráter mais técnico,
na forma de artigos, também foi mantida a revista Tributação,
com periodicidade trimestral. São dois periódicos de qualidade mantidos
por um só sindicato.
O
resultado de tudo isso está a olhos vistos: a mudança da imagem
do auditor-fiscal, reconhecido na sociedade como integrante de uma categoria que
acredita em seu país e quer contribuir para torná-lo mais justo
e protegido. Até mesmo nossas mobilizações deixaram de ser
tratadas pela imprensa como meros instrumentos para a manutenção
de privilégios ou mesmo para a defesa de interesses espúrios, como
já ocorreu. Nosso Sindicato é referência, sempre consultado
e lembrado, até mesmo por conceituados formadores de opinião e articulistas
de jornal.
INÍCIO

Trabalho
parlamentar é referência nacional
Somos
uma das únicas entidades de servidores que organizou seu próprio
trabalho parlamentar profissionalizado, auxiliados pelo Departamento Intersindical
de Assessoria Parlamentar (Diap), bem como por outras entidades, mas também
com assessoria própria e atuação independente. A interlocução
com os parlamentares teve um salto qualitativo e hoje somos referência no
Congresso Nacional pelo embasamento técnico com que fazemos acompanhar
toda a nossa argumentação nos projetos que nos interessam, e não
somente pela defesa corporativa vazia acompanhada de afagos sem conteúdo.
Por essa razão, o Unafisco goza de grande prestígio dentro do Congresso
Nacional.
O Unafisco Sindical
conquistou espaço e hoje é presença destacada na mobilização
dos servidores em torno da Cnesf - Coordenação Nacional das Entidades
de Servidores Federais. Relegada a segundo plano nos anos FHC, quando a ordem
era dividir os servidores e tratar isoladamente suas reivindicações,
a Cnesf ganhou força ao ser reconhecida como a interlocutora dos servidores
no atual governo, que tende a tratar as reivindicações em conjunto.
Cabe observar que, no que tange à reforma da Previdência, o governo
atual, em verdade, adota um mis en cène e não tem
feito verdadeira interlocução com os servidores.
Ampliando
os horizontes, os auditores-fiscais começaram a procurar seus congêneres
pelo mundo afora. Os contatos iniciados nas edições do Fórum
Social Mundial nos levaram a trocar experiências com entidades de fiscais
de outros países, especialmente na Europa e na América do Sul. O
Unafisco Sindical foi o único sindicato não europeu convidado à
41ª Conferência Anual das Entidades Sindicais do Fisco e Aduanas da Europa,
no ano passado. O Unafisco já havia sido, em gestão passada, um
dos fundadores da Frasur - Federação dos Aduaneiros do Mercosul.
INÍCIO

Relatórios
de gestão
Os
diretores do Unafisco Sindical da gestão 2001/2003 apresentaram hoje os
relatórios de suas pastas. Eles devem servir como orientação
para os colegas que conduzirão os trabalhos no Sindicato a partir de amanhã,
dia 1º de agosto. Os relatórios, que podem ser consultados em arquivos
anexos a este boletim, são referentes às diretorias de Administração,
Relações Intersindicais, Comunicação Social, Estudos
Técnicos, Assuntos Parlamentares, Seguridade Social e Finanças.
Consideramos
interessante reproduzir no corpo deste boletim a parte introdutória dos
relatórios das diretorias de Assuntos Jurídicos e Finanças,
além de relatar os projetos que, no momento, encontram-se em tramitação
na Câmara dos Deputados e no Senado, os quais o Unafisco vem acompanhando
por intermédio da Diretoria de Assuntos Parlamentares.
Acreditamos
que a mesma determinação adotada por todos nós, que lideramos
este Sindicato por quatro anos, nas lutas contra um modelo tributário perverso,
deve ser continuada pelos colegas que assumirão a Diretoria Executiva Nacional
a partir de amanhã.
A
seguir, reproduzimos os textos das três diretorias referidas.
INÍCIO

Combinar
a ação política com a ação jurídica
O
Departamento Jurídico situa-se numa posição estratégica
na atuação sindical, tendo sido muito demandado nos últimos
quatro anos, de modo que sua estrutura tem sido ampliada crescentemente.
A
tendência dominante na categoria de "jurisdicizar" mesmo questões
de caráter eminentemente político é um permanente desafio
para a diretoria jurídica, pois muitas vezes ações demandadas
ao Departamento Jurídico se não forem bem avaliadas, podem, além
de produzir resultados bem diversos dos pretendidos, inviabilizar a própria
ação política que seria correta. Assim, na gestão
que ora se encerra, buscou-se combinar sempre a ação política
com a ação jurídica, avaliando-se sempre a oportunidade para
cada uma delas, não sendo raros os casos em que discussões predominantemente
políticas, como a campanha pela reajuste da tabela do Imposto de Renda,
ganhassem força e visibilidade por meio de uma ação judicial,
como foi feito no ano de 2000. Do mesmo modo, em algumas discussões com
evidente embasamento jurídico para uma ação judicial, a diretoria
jurídica optou por adiar a propositura de ação coletiva para
outro momento político. Um exemplo dessa situação foi o da
vedação à participação em concursos de remoção
para os associados que possuíam ação judicial ocorrida no
ano de 2001. Para evitar dar pretextos à administração para
suspender o concurso de remoção, gerando desgastes para o Sindicato,
embora fosse evidente a violação aos preceitos constitucionais e
o cabimento de ação coletiva, a Diretoria Jurídica optou
à época em atender aos associados prejudicados mediante ações
individuais, evitando um confronto que poderia jogar os demais interessados contra
o Sindicato e contra os próprios colegas prejudicados. A administração
ainda tentou tumultuar o processo de remoção, mas ao final, sem
argumentos sustentáveis, deu seguimento normal ao concurso.
Essa
busca de equilíbrio entre o jurídico e o político foi e continua
sendo o grande desafio para os diretores incumbidos de encaminhar a atuação
jurídica do Sindicato.
O
presente relatório tem por objeto dar uma panorâmica geral sobre
a estrutura e atuação do Departamento Jurídico do Unafisco
Sindical, visando a repassar à Diretoria Nacional eleita para o biênio
2003/2005 não apenas um retrato da situação atual das ações
do departamento, mas também, dentro do possível, relatando algumas
situações experimentadas nas duas últimas gestões
que poderão vir a ser úteis na definição das políticas
futuras para o departamento.
Procurou-se,
de modo mais objetivo possível, apresentar a estrutura atual do departamento,
as ações em andamento, as questões envolvendo a execução
dos 28,86%, a assistência jurídica individual e as intervenções
em âmbito administrativo.
INÍCIO

Projetos
acompanhados pela Diretoria de Assuntos Parlamentares
A
diretoria de Assuntos Parlamentares, juntamente com a assessoria parlamentar do
Unafisco, teve um acompanhamento permanente das proposições de interesse
maior da categoria, em tramitação no Congresso Nacional. Destacamos
alguns projetos ainda pendentes de votação:
No
Senado
PLS
646/99 Complementar - trata-se do Código de Defesa do Contribuinte
(CDC). Após audiência pública em 27/11/2001 com o ministro
da Fazenda, Pedro Malan e o SRF, Everardo Maciel, o projeto retornou à
Comissão de Assuntos Econômicos para reexame. Em novembro de 2002,
esse projeto voltou à pauta da Comissão, mas, devido a uma intervenção
das entidades que compõem o Fórum Fisco, foi retirado de pauta.
No momento, encontra-se com a relatoria do senador Romero Jucá, podendo
entrar em pauta a qualquer tempo.
PL
2.787/97 - trata-se do Código do Porte de Arma. Encontra-se em tramitação
na Comissão Especial Mista de Segurança Pública, que está
analisando todas as proposições que se referem a este tema em tramitação
nas duas Casas (Câmara e Senado). Sobre o porte de arma, há 58 projetos
em tramitação. O deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) foi o
relator responsável por aglutinar todas as propostas em um único
substitutivo, ocasião em que o Unafisco Sindical, em audiência com
o deputado, expôs a necessidade de manutenção de porte de
arma para os auditores-fiscais. O deputado entendendo tal necessidade, acatou
a sugestão do Sindicato. O relatório foi aprovado no último
dia 23 de julho. Agora segue para apreciação da constitucionalidade
e admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça
e de Redação da Câmara dos Deputados e posterior votação
em Plenário. Os parlamentares pretendem vencer a apreciação
da matéria até o término da convocação extraordinária
do Legislativo (final de julho).
Na
Câmara
PEC
136/99 - dispõe sobre a contribuição previdenciária
dos inativos. Encontra-se na Comissão Especial e foi devolvido à
Mesa da Câmara dos Deputados sem manifestação da Comissão
(em 18/01/2001). Não há previsão de votação.
PLP
248/98 - disciplina a perda de cargo público por insuficiência
de desempenho do servidor público estável e dá outras providências
(carreiras exclusivas de Estado). Encontra-se na CTASP, com relatoria do deputado
Luciano Castro (PFL-RR). No ano de 2002, o mesmo deputado, em seu relatório,
itemizava a Emenda 1 do Senado (carreiras) e rejeitava as outras duas emendas.
A matéria poderá entrar em pauta a qualquer momento.
PLP
9/99 - dispõe sobre a previdência complementar do servidor público.
Encontra-se na ordem do dia do Plenário da Câmara, dependendo de
votação dos Destaques de Votação em Separado (DVS)
nºs 5, 6 e 7 e podendo entrar em pauta a qualquer momento. Acredita-se que, com
a provação da PEC 40/03, o governo poderá pedir sua retirada
da Casa.
PL
1.300/99 - dispõe sobre a dedução de contribuição
em favor dos fundos controlados pelo Conselho dos Direitos da Criança e
do Adolescente, que poderá ser feita no momento da declaração
do imposto de renda referente ao ano-base. Encontra-se apensado a este o PL 4.888/01,
da ex-deputada Rita Camata (PMDB-ES), contendo as medidas propostas pelo Unafisco
na campanha Tributo à Cidadania. Foi aprovado o substitutivo da Comissão
de Seguridade Social, na íntegra, na Comissão de Finanças
e Tributação em 27/11/02. Encontra-se na Comissão de Constituição
e Justiça e de Redação (CCJR), não tendo ainda sido
distribuído a um relator.
PL
6.032/02 - disciplina o exercício do direito de greve dos servidores
públicos dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal
e dos municípios, previsto no art. 37, inciso VII da Constituição,
e dá outras providências (pacote antigreve).
Encontra-se na CTASP apensado ao PL 4.497/01,
da ex-deputada Rita Camata (PMDB-ES). O relator é o deputado Isaías
Silvestre (PSB-MG). Pode entrar em pauta a qualquer momento.
PL
477/03 - trata do reposicionamento dos auditores-fiscais da Receita Federal.
O projeto foi distribuído à Comissão de Trabalho, de Administração
e Serviço Público, sendo relator o deputado Antônio Carlos
Biffi (PT-PE); na Comissão de Finanças e Tributação,
relator deputado José Militão (PTB-MG); e Comissão de Constituição
e Justiça e de Redação, relator deputado Sigmaringa Seixas
(PT-DF). O deputado Antônio Carlos Biffi apresentou um requerimento declarando
sua prejudicialidade devido ao fato de o texto de mesmo teor sido transferido
para artigo expecífico na Medida Provisória 112/03, o que já
foi aprovado pelo Legislativo e sancionado pelo presidente da República
(Lei 10.682/03). Existe também um requerimento de urgência aprovado,
o que significa que a matéria tramita em caráter de urgência.
Até que o Executivo (autor do projeto) solicite sua retirada da Casa (ou
não solicite), ou o requerimento de prejudicialidade não seja apreciado
(e seja aprovado), o projeto poderá ser apreciado em qualquer das comissões
em que está tramitando. O Unafisco tem feito vários contatos com
o deputado Antônio Carlos Biffi. Foi solicitada ao deputado a retirada do
requerimento de sua autoria e o acatamento de um substitutivo que possa minimizar
o fosso salarial existente hoje na carreira de auditoria fiscal.
PEC
257/95 - trata da ascensão funcional. Encontram-se apensadas a esta
as PECs 248/00 e 265/00. Aguarda distribuição para um relator na
Comissão de Constituição e Justiça e de Redação
para a aceitação da constitucionalidade, juridicidade e técnica
legislativa. Pode entrar em pauta a qualquer tempo.
PEC
40/03 - trata da Reforma da Previdência. Essa PEC obteve 457 emendas,
das quais o relator, deputado José Pimentel (PT-CE), acatou umas poucas
emendas; o seu substitutivo foi aprovado na íntegra pela Comissão
Especial na última quarta-feira (22/7). Há previsão de iniciar-se
a discussão do relatório no Plenário quarta (30/7) e quinta-feira
(31/7). A votação deverá iniciar-se no dia 5/8.
PEC
41/03 - trata da Reforma Tributária. Essa PEC obteve 466 emendas. O
relator, deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), apresentou na segunda-feira
(21/07) passada o esboço do relatório feito pelos assessores da
Comissão. Nesta próxima terça-feira (29/7,) a Comissão
Especial dará início à análise da versão preliminar
do parecer do relator.
| Recursos
Orçamentários Demonstrativo
da Disponibilidade em
31/07/2003 |
| |
| 1)
Saldo do fundo de corte de ponto |
R$ 303.410,44 |
| 2)
Saldo do fundo de mobilização |
R$ 378.796,24 |
| 3)
Recursos Operacionais: |
| |
Saldo disponível
| (R$
484.540,47) |
| |
Despesas antecipadas |
¬R$
256.421,43 |
| |
Receitas postergadas |
JR$
470.700,00 |
| |
Investimentos revertidos
| ®
(R$ 211.275,52) |
| |
Recursos excedentes do período:
| R$
31.305,44 |
| Notas
explicativas: ¬
As despesas extraordinárias orçadas para o ano de 2003, cujas
realização e desembolso ficaram concentradas no período jan-jul/2003,
foram as discriminadas abaixo. Totalizaram o valor de R$ 615.411,42, integralmente
pago no período jan-jul/2003, quando a receita orçamentária
é distribuída uniformemente por todos os meses do ano. Em vista
disso, parte dos recursos que lhe deverão dar suporte serão recebidos
no período ago-dez/2003, calculados na proporção de 5/12
do total despendido. |
| |
II Encontro de Aposentados
| R$
82.006,22 |
| |
III Fórum Social Mundial
| R$
189.205,20 |
| |
Campanha eleitoral |
R$ 344.200,00
|
| |
TOTAL |
R$ 615.411,42 |
| | | |
| | Despesa
efetivada (7/12) | R$
358.989,99 |
| |
Despesa antecipada (5/12)
| R$
256.421,43 |
| J
Receitas compensatórias referentes a ressarcimento de custos das execuções
judiciais dos 28,86 %, contabilizados em conta específica, cuja cobrança
deixou de ser efetuada no contracheque de jun/2003, conforme orçamento
aprovado no CDS realizado em 27/11/2002. A cobrança não foi viabilizada
no momento adequado a pedido do atual Diretor Adjunto do Departamento Jurídico
e responsável pela execução dessas ações, o
qual não apresentou as informações necessárias para
encaminhamento para débito em folha de pagamento. ®
Valor parcial de reversão de investimentos efetuados em exercícios
anteriores - participação na CREDIFAZ, no valor total de R$ 528.188,80,
com resgate programado para 10 parcelas de R$ 52.818,88. As parcelas já
resgatadas, no valor total de R$ 211.275,52, utilizadas temporariamente no fluxo
de caixa para compensar parte das parcelas de receita postergada e despesas antecipadas,
até sua regularização. Não
há faturas vencidas até 31/07/2003 pendentes de pagamento.
|